sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Top-Tier Publishers to Launch More Intrusive Web Ads

Top-Tier Publishers to Launch More Intrusive Web Ads

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Neste artigo defende-se tipos de anúncios mais intrusivos, em particular formas que impedem o cibernauta de aceder aos conteúdos antes de ver a publicidade.

Certamente que uma forma de captar a atenção de uma pessoa é obriga-la. Esta forma, em meios onde somos essencialmente passivos, já demonstrou funcionar e possivelmente continuará a funcionar.

Porém em meios onde estamos essencialmente activamente à procura de informação ou num modo de entretenimento activo esta forma de pensar é completamente desajustada. O paralelo feito com a televisão por um dos entrevistados demonstra uma total ignorância quanto a diferençaa de situação do possível receptor da mensagem publicitária.

Aliás o que estou a dizer nem sequer é novo. Em todos os manuais de comunicação se explica que um dos elementos essenciais para a receptividade da mensagem é que a forma desta esteja adequada ao meio e ao receptor e ao seu provável estado de espírito.

É claro que a curto prazo estes meios poderão atingir melhores resultados. Há no entanto um ditado popular que ilustra o efeito a médio prazo destas tentivas: Quem tudo quer tudo perde ... A única possível excepção para esta regra serão os meios onde é utilizado video que poderão utilizar com sucesso pre-roll ou mesmo mid-roll de publicidade precisamente porque nesse caso pelo facto do utilizador se aprestar a ver uma mensagem essencialmente sequencial o efeito disruptivo não é tão grande.

Não existem então alternativas a esta tentativa de "força" ? Existem claro. Chama-se relevância. Os anuncios têm de ser relevantes para o contexto do utilizador. Obviamente isto coloca outras questões como sabemos nomeadamente o que é legitimo conhecermos do cibernauta para atingir essa mesma relevância, mas isso fica para um outro post.

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